Publicado: 29/05/2012 em Uncategorized

Markettane's Blog

Conttane

Estudar, trabalhar, aprender. Enfim, existem vários caminhos para se chegar ao tão esperado sucesso. Não existe uma cartilha que ensine chegar lá.
Ao decorrer de nossa vida vamos acumulando uma série de relações interpessoais que  hoje mais do que nunca, pode nos dar uma grande ajuda para se conseguir chegar ao tão esperado sucesso.

Além do nosso conhecimento, temos a necessidade de nos relacionarmos com as mais diversas pessoas, das mais diversas áreas. É ai que entra uma palavrinha que escutamos há muito tempo, mas poucas pessoas tem tido a habilidade necessária de lidar com ela. Estamos falando do “Networking”.

Tenho percebido que muitos profissionais só acionam a sua rede de contatos quando se deparam com algum problema que foge de seu controle. É natural que você comece uma busca para a solução do seu problema junto às pessoas que você conhece e confia. O problema é que muitas pessoas…

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Primeiramente gostaríamos de parabenizar a redação do Jornal da Cidade de Bauru pela matéria veiculada em 11 de maio de 2012 falando sobre a qualidade do Etanol vendido em nossa cidade de Bauru e também sobre a invasão da gasolina “formulada” não só em Bauru, mas também em todo país.

Clique no link abaixo e leia a matéria completa em .pdf.

JC NET

O Posto Avenida Flexx tem orgulho de ser fiscalizado periodicamente pelo Programa De Olho no Combustível da Petrobras, ou simplesmente, DOC. Também fomos por vários anos auditados pelo DOC, e isso é sem sombra de dúvidas uma honra para nós.

Grande abraço e até o próximo post.

Mais uma promoção bombástica do Posto Avenida Flex.

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*Promoção válida enquanto durarem nossos estoques e por tempo indeterminado

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Gio Mendes e Gustavo Porto

O Ministério Público do Estado de São Paulo investiga denúncia de irregularidade na licitação de R$ 120 milhões feita pela Polícia Militar para o abastecimento de viaturas em postos de combustíveis com o uso de cartões magnéticos. Segundo a Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis (Abcom), a PM deixará de economizar R$ 18,7 milhões em gasolina e etanol, pois pagará pelo preço cobrado na bomba dos postos. Na denúncia, a Abcom alega que foi impedida de participar da licitação e que poderia oferecer um preço mais vantajoso. A PM e a Trivale, empresa vencedora da licitação, negam qualquer tipo de irregularidade.

No contrato com a Trivale, a PM estima um consumo mensal de 1.583.333 litros de gasolina e de 2.083.333 litros de etanol para uma frota de 13.500 veículos. A cada 15 meses (prazo do contrato) serão consumidos 23.749.995 litros de gasolina e 31.249.955 litros de etanol. O contrato pode ser renovado até três vezes, chegando a um período total de 60 meses. Janiel José Zioti, diretor da Abcom, diz que a PM pagará, em média, R$ 2,64 por litro de gasolina ao abastecer as viaturas nos postos, quando poderia pagar R$ 2,17 em uma distribuidora. Já o litro de etanol, que tem preço médio de 1,89, sairia por R$ 1,66, segundo Janiel.

“O Estado poderia pagar o preço da distribuidora, com um valor bem mais em conta, e economizar dinheiro para investir em outras áreas”, afirma o diretor da Abcom. Segundo ele, as distribuidores filiadas a Abcom também poderiam oferecer o serviço de cartão magnético. “Mas não participamos da licitação porque o processo foi direcionado para uma administradora de cartões, na modalidade de serviços e não de compra de combustíveis”, diz Janiel.

A Abcom, com sede em Ribeirão Preto, no interior paulista, fez a denúncia para o promotor Sebastião Sérgio da Silveira no dia 17 de fevereiro. Segundo o promotor, a associação de pequenas distribuidoras “alega na representação fatos gravíssimos que podem trazer prejuízos para o erário público” e que motivaram a abertura do inquérito civil no mesmo dia para apurar a denúncia. Silveira também encaminhou a denúncia para a área criminal do MP.

O promotor enviou ofícios para o Tribunal de Contas do Estado (TCM) e para o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, pedindo explicações. O promotor, no entanto, diz ser necessária a posição da PM sobre o processo licitatório antes de tirar qualquer conclusão. “Os fatos denunciados apontam uma perda de controle na aquisição de combustível por policiais e são graves, mas sem ouvir a outra parte não dá para concluir”, diz Silveira.

O advogado Ariosto Mila Peixoto, especialista em licitações e contratos administrativos, afirma que não vê irregularidade na licitação feita pela PM. “A corporação está adquirindo um serviço prático, de uso de cartão para abastecer as viaturas. Às vezes, a viatura tem que atravessar a cidade para apresentar um caso na delegacia. O policial vai ter que parar em qualquer posto para encher o tanque”, afirma Peixoto. Segundo o advogado, as distribuidoras filiadas a Abcom teriam que fornecer um cartão aceito em qualquer posto. “O policial não pode ficar procurando um lugar que aceite apenas um determinado cartão.”

Outro lado

A coronel Maria Yamamoto, chefe de comunicação social da Polícia Militar, informou, por meio de nota, que não houve irregularidade na licitação, que contou com a participação de cinco empresas. Segundo a oficial, a PM já recebeu o pedido de esclarecimento feito pela promotoria de Ribeirão Preto, mas ainda está elaborando a resposta para o promotor Sebastião Sérgio da Silveira. De acordo com a coronel, o processo licitatório e o respectivo contrato foram considerados regulares pelo Tribunal de Contas do Estado.

Ainda segundo a coronel, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis (Abcom) entrou na Justiça em fevereiro de 2010 para impedir a corporação de fechar o contrato com a empresa vencedora da licitação. A liminar foi cassada e o contrato foi assinado em outubro de 2010. “Importante destacar que o objeto da licitação não é a compra de combustíveis e sim a prestação do serviço de gerenciamento do abastecimento das viaturas policiais”, disse a oficial, na nota da PM.

Ainda de acordo com a oficial, o modelo de abastecimento adotado antes pela corporação era “obsoleto e sua manutenção demandava altos custos”. A PM desativou 86 postos próprios, mas outros 17 permaneciam ativos, segundo um documento da corporação do ano passado.

A Trivale questionou a denúncia da Abcom de que a PM iria gastar mais dinheiro abastecendo as viaturas nos postos em vez de comprar os combustíveis diretamente das distribuidoras. “Lembramos que análise por preço de litro de combustível para determinar a vantagem ou não do sistema adotado é simplista, pois o custo de toda a operação para abastecimento da frota não se resume ao custo do combustível, mas sim também de toda a infraestrutura necessária para que o abastecimento ocorra”, disse a empresa, fornecedora do cartão Valecard, também por meio de nota.

De acordo com a Trivale, “o que interessa para o contribuinte e para a administração (pública) é o gasto total de combustível, incluindo armazenagem, perda, manutenção dos postos próprios, remuneração dos militares envolvidos com os controles e operação de abastecimento, assim como a precificação do passivo ambiental”. A administradora de cartões ressaltou que os argumentos da Abcom “foram exaustivamente explorados perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas do Estado”, mas não impediram o contrato entre a empresa e a PM.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/tag/ministerio-publico/

 

Se você pensa que já viu tudo a respeito de reclamação, leia essa carta deixada por um amigo e cliente, quando ele não encontrou sua cerveja preferida nas prateleiras da nossa geladeira.

Bauru 24 de março de 2012 (07:53)

Ao Sr. Tane (sou eu)

Venho por meio desta manifestar minha indignação e constrangimento por ter meu direito ceifado.

Caro amigo Tane, hoje pela manhã ao chegar nesse aprazível e pitoresco estabelecimento comercial juntamente com ‘meu amigo’  (que por conhecê-lo me privará de explicação) fui surpreendido ao ser informado pelo camarada Wesley (caixa da loja) que não poderia degustar minha cerveja favorita, pois estava em falta.

Pasmo, perplexo, constrangido, deveras abichornado fiquei.

O Sr. não se ateve ao fato de que trabalhamos arduamente madrugada dentro, para contribuir com a empresa que nos paga  ‘o pão suado’ e que após a labuta gostaríamos de sermos tratados como…. Sim Sr. Tane, como filhos da manhã (se é isso que o Sr. pensou), porém não foi o tratamento a nós desprendido.

Espero que tal entrevero não torne a ocorrer, caso ocorra só me faltará, ou melhor, restará fazer valer meus direitos como consumidor, o denunciando aos orgãos competentes.

Como sou uma pessoa simples, compreensiva e de bom coração, vou demonstrar minha polidez deixando que o Sr. Wesley reserve minhas despesas de hoje e de sempre, no “prego” (fiado). E por aqui vou ficando sem esquecer-me das condolências que me obriga à boa educação a Vossa pessoa que é – “capriocárico, restumbante, inoxidável, relps, estrogonófico, um verdadeiro batráquio.”

Sem mais,

M.Carvalho

RG.: 171.xxx.171

Depois que lí a carta achei que algumas palavras foram “inventadas” na hora…mas dando uma pesquisada, constatei que a maioria delas tinha significado e por incrível que pareça, significados que se encaixavam corretamente no texto. Achei muito criativo a carta e resolvi colocar aqui em nosso blog.

Vale ressaltar também que nosso colega M. Carvalho (autor desta humilde e cômica carta) escreveu no verso da carta um pedido, que segue abaixo:

Ao Sr. Tane,

Favor acusar recebimento e anotar o número do protocolo.

Se você teve paciência e leu esse post até o final, valeu, obrigado, arigatou, thanks…

Grande abraço e até o próximo post.

http://goo.gl/qC8fw

Carta renúncia de Marcos Jank, presidente Executivo da UNICA (copiado da Brasilagro.com.br)

“Aos Associados, Conselheiros e Equipe de profissionais da UNICA

Prezados amigos,

Escrevo para informá-los sobre minha decisão de deixar os cargos de Presidente da UNICA, do SIAESP e do SIFAESP, que ocupo desde julho de 2007. Desde já, quero dizer que coloco-me à inteira disposição do Conselho Deliberativo para permanecer no cargo o tempo que for necessário, de forma a garantir uma transição ordenada e a transmissão completa de minhas atuais funções e responsabilidades.

Os variados compromissos que assumi esta semana em Washington e Londres – conversas no Departamento de Estado e USTR, almoço organizado pela Embaixada do Brasil e pela UNICA para cerca de 30 parlamentares americanos que nos apoiaram no processo de eliminação da tarifa sobre o etanol importado e eventos no Financial Times e na Skoll Foundation – me impedem de lhes estar transmitindo pessoalmente essa mensagem.

Por isso, decidi escrever-lhes estas breves palavras sobre minha decisão e o ciclo que ora se encerra. Toda grande mudança é sempre difícil. Foi assim em 2007, quando decidi interromper quase 20 anos de uma exitosa carreira acadêmica e de consultoria no País e no exterior para aceitar o desafio de liderar a principal entidade do setor sucroenergético no meio de um ciclo de grande expansão.

Só o fiz porque tinha absoluta convicção sobre a importância estratégica da cana-de-açúcar para o planeta, nas áreas de energia renovável, alimentação, sustentabilidade, combate às mudanças do clima, desenvolvimento das regiões tropicais e geração de empregos.

Encontrei na UNICA uma entidade profissionalizada, grande e respeitada, já posicionada entre as principais e mais eficientes do País. Graças a uma equipe profissional de altíssimo nível e apaixonada pelos temas do setor e pela UNICA, estou convencido que nestes cinco anos conseguimos ampliar consideravelmente as fronteiras de atuação da entidade.

Em primeiro lugar, nossa ação foi fortemente expandida em todas as esferas governamentais, com maior organização e resultados concretos nas áreas fiscal, econômica, comercial, trabalhista, ambiental e regulatória, principal função das entidades de classe.

Em segundo lugar, enriquecemos fortemente as agendas e ações da entidade nas áreas de comunicação, marketing, sustentabilidade, bioeletricidade, atendimento a visitantes, responsabilidade corporativa e produção de estudos e estatísticas de alta confiabilidade.

Atuamos com sucesso nos ambientes político-regulatórios dos Estados Unidos e da União Europeia. Nossa inédita iniciativa de estabelecer escritórios em Washington e Bruxelas resultou em uma conquista de grande envergadura que ainda vai demorar alguns anos para ser correta e amplamente assimilada pelo setor: a possibilidade de o etanol de cana-de-açúcar, hoje uma commodity ambientalmente diferenciada, seguir a mesma trajetória internacional de sucesso alcançada pelo nosso açúcar.

Nestes cinco anos, recebemos visitas de quase mil delegações de mais de uma centena de países e concedemos milhares de entrevistas no País e no exterior, atendendo a uma enorme demanda reprimida por informações fidedignas sobre o setor.

Desenvolvemos uma profícua parceria com 18 entidades e empresas na área de marketing e comunicação corporativa. Nossas campanhas de comunicação receberam diversos prêmios e reconhecimentos tanto no País como no exterior, sendo o principal deles o Prêmio ABERJE 2011, conferido ao Projeto AGORA como a melhor iniciativa de comunicação corporativa do País no ano passado.

Para não ser repetitivo, cito apenas os títulos que marcaram a trajetória da nossa área de comunicação: Ethanol Summit (hoje consolidado como o maior evento mundial de debates sobre o etanol), Prêmio Top Etanol, promoção do etanol na Formula Indy e na Stock Car, Projeto Municípios Canavieiros, Desafio Mudanças Climáticas, Labirinto Canavial no Salão do Automóvel, Agronergia em curso, substituição da palavra álcool por etanol, eventos no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas e em seminários das áreas jurídica e ambiental e sete sites ativos com mais de 60 mil acessos por mês.

Na área da sustentabilidade, a UNICA caminhou criando ou intensificando programas de adesão voluntária que reconhecem as melhores empresas, efetivamente nivelando por cima. Exemplos de sucesso incluem o Protocolo Agroambiental de São Paulo, que está eliminando a queima de cana muito antes do previsto em lei paulista e viabilizando a proteção de milhares de hectares de áreas de preservação permanente em canaviais; o Projeto RenovAção, que já requalificou 5 mil ex-cortadores de cana deslocados pela mecanização da colheita para novas profissões dentro e fora da indústria; o Compromisso Nacional Trabalhista, que reconhece, com a participação dos trabalhadores, empresas que adotam práticas trabalhistas exemplares; o Bonsucro, hoje o principal padrão global de certificação dos produtos da cadeia sucroenegrética, que já foi concedido a 15 empresas brasileiras; e o relatório de sustentabilidade padrão GRI (Global Reporting Initiative), do qual fomos pioneiros no mundo entre associações ligadas ao agronegócio e que hoje já é parte da vida de mais de 70 empresas do nosso setor.

Enfim, acredito que foram cinco anos de avanços com notável entusiasmo e dedicação por parte de nossa equipe. Certamente alcançamos um novo patamar em termos de ampliação do nosso escopo de ação, reputação, transparência e reconhecimento, além de aumentarmos em quase 50% o numero de empresas associadas desde 2007.

Contudo, não é segredo para ninguém que após quatro anos de amplo acesso às mais altas esferas do governo e de expansão das nossas atividades, no ano de 2011 passamos a enfrentar dificuldades internas e externas, em decorrência da desaceleração dos investimentos, uma quebra de safra sem precedentes e um intenso processo de consolidação que alterou radicalmente o perfil das grandes empresas do setor.

As recentes mudanças estatutárias na UNICA tiveram relação direta com essa nova realidade, em que os variados interesses dos associados demandam hoje novas formas de governança. Ao mesmo tempo, o setor também enfrentou dificuldades estruturais, como o conflito entre o forte aumento de custos dos últimos anos e o teto imposto ao preço do etanol.

A vida costuma ser marcada por grandes fases e a UNICA está claramente vivendo uma mudança de ciclo. Já há algum tempo, percebi que meu ciclo de contribuições para com a entidade estava terminando. Permaneci na UNICA até este momento por dois motivos. Primeiro, porque tinha a obrigação de concluir o esforço de abertura do mercado americano, que foi na ocasião um dos principais motivos que me trouxerampara a entidade e que se concretizou em 31 de dezembro último.

Segundo, porque assumi o compromisso com o novo Presidente do Conselho Deliberativo, Pedro Parente, que o acompanharia pelo menos até a concretização das mudanças estatutárias e de composição do Conselho, que se concluíram em 6 de março último.

Deixo agora a UNICA em busca de novos desafios profissionais, num período em que ainda há muito a ser feito, já que o agronegócio moderno é peça fundamental para a solução das grandes questões relacionadas à segurança alimentar e energética do planeta, frente a uma conjuntura de elevado crescimento populacional com crescentes restrições nos recursos naturais.

Termino com duas mensagens. A primeira é que torço para que o Brasil não se deixe anestesiar pela promessa do Pré-Sal, e continue construindo a sua matriz energética limpa, renovável e diversificada, que já se tornou referência mundial. Uma matriz que tem na indústria da cana-de-açúcar um dos seus pilares mais importantes, referência para o mundo de baixo carbono da era pós-petróleo.

A segunda é que eu acredito acima de tudo na importância da preservação e fortalecimento das instituições, pois são elas que marcam o desenvolvimento nas nações e precisam ser duradouras, enquanto as pessoas são sempre transitórias.

Deixo a UNICA torcendo para que essa fantástica instituição que tive o orgulho de presidir continue avançando em direção a um novo patamar de conquistas, reputação e representatividade, amplamente reconhecida como entidade-referência perante seus interlocutores, dentro e fora do Brasil.

Concluo agradecendo imensamente o apoio e a confiança que recebi do Conselho Deliberativo e dos Associados da UNICA nesses cinco anos. Saúdo e agradeço a profícua parceria que construímos com as associações que formam o Fórum Nacional Sucroenergético, com a Orplana e com as empresas que integram o Projeto Agora e o Projeto RenovAção. Agradeço também aos nossos Diretores Pádua, Eduardo e Adhemar, a todo o corpo técnico da UNICA e ao pessoal de apoio.

Tudo o que foi feito nesse período nasce do entusiasmo, da dedicação e da lealdade dessas 60 pessoas que fazem a UNICA acontecer e ser única. Vou sentir muitas saudades de cada um de vocês. Muito obrigado pelo carinho e pela confiança”.

Cordialmente

Marcos Sawaya Jank

Artigo assinado pelo jornalista J.R. Guzzo, publicado na coluna VidaReal, da última edição da revista Exame mostra que, além das 30 usinas que não farão a safra 2012/2013, segundo denúncia de sindicalistas, outras 40 estão à venda, configurando que a atual crise é a pior em que a cadeia sucroenergética já se envolveu.
Segue a íntegra do artigo:

Etanol: Mais uma vez em crise

Temos uma situação única em termos de energia: graças ao etanol, somos caso raro de país potencialmente livre da dependência do petróleo. Por que, então, toda a cadeia do etanol parece à beira do colapso?

Neste momento em que encontra tanta dificuldade para funcionar direito, em tanta coisa e em tantas áreas, o Brasil bem que poderia felicitar a si mesmo numa questão crítica para a economia de qualquer país do planeta – a produção da energia destinada a movimentar sua frota de quase 40 milhões de automóveis.

Temos, aí, uma situação excepcional. Graças ao álcool, e em cima de uma tecnologia produzida internamente, o Brasil faz parte do restrito e privilegiado círculo de países 100% independentes, para todos os efeitos práticos, na geração dos combustíveis que fazem rodar os seus carros.

Salvo no caso dos veículos importados, o país não precisa, a rigor, de um único barril de petróleo para abastecer o tanque dos automóveis que circulam em seu território. Não depende, aí, de importações vindas de produtores problemáticos e subordinadas a um mercado instável.

 Ao contrário, pode exportar os excedentes do petróleo que produz aqui dentro – seja em estado bruto, seja na forma de combustíveis processados em suas refinarias. A frota nacional de carros praticamente dobrou nos últimos dez anos.

Onde estaríamos hoje sem o etanol que a mantém em movimento?

Trata-se, além do mais, de uma situação altamente segura quando se fala em capacidade de produção. As culturas de cana, de onde vem o álcool, ainda têm um imenso espaço físico para crescer – levando-se em conta, entre outros fatores, que o conjunto da agricultura brasileira ocupa no momento cerca de 20%, apenas, do total de terras que podem ser exploradas para a produção.

Ao mesmo tempo, as usinas onde a cana é transformada em etanol e açúcar podem se expandir até onde a vista alcança; já poderiam, por sinal, estar processando o dobro de toneladas que processam hoje. Os dividendos que o Brasil extrai desse processo todo, na verdade, vão muito além da questão energética e da independência na produção de combustíveis.

As tecnologias desenvolvidas para a expansão dos canaviais, um setor historicamente classificado como um dos mais primitivos da economia brasileira, são hoje uma ferramenta ultramoderna no conjunto da agricultura. Os postos de trabalho criados na área, do plantio às usinas, são um dos esteios do mercado de trabalho no interior.

Onde antes havia subsídios, hoje há a arrecadação de impostos. A abertura de capital, a internacionalização das sociedades e o gerenciamento profissional dos negócios reduziram dramaticamente a maciça ilegalidade que sempre marcou o setor. Na esteira de tudo isso, o Brasil tornou-se o maior produtor mundial de açúcar.

É difícil calcular, enfim, quantas centenas de bilhões de dólares o país economizou ao longo dos anos com a emergência do álcool – entre o que deixou de importar em petróleo e o que passou a ganhar com a exportação de excedentes.

Por que raios, então, o sistema todo está em crise? O certo, aliás, seria dizer: Mais uma vez em crise”, pois desde os tempos do ProÁlcool, na pré-história do etanol no Brasil, raramente o setor chegou a viver um período mais longo sem ter algum tipo de problema.

No momento, lamenta-se uma redução continuada nas vendas de álcool – em dois anos, 6 bilhões de litros a menos, ou mais de um terço do total. Os preços não estão competitivos em comparação com a gasolina. A usina Santelisa, segunda maior do país, passa por dificuldades sérias. Não se fala, já há tempo, em novos investimentos.
O capital externo, desconfiado das restrições legais em relação à propriedade e ao arrendamento de terras, considera que o setor atingiu níveis inconfortáveis de insegurança. Uma única empresa de São Paulo, dedicada à intermediação de negócios na área, está no momento com 40 usinas para vender – e por aí vai. Os produtores, de uma ponta a outra do processo, querem coisas diferentes entre si.

O governo, que é fator crucial na equação, não sabe o que quer. É nisso, basicamente, que as coisas emperram. Não há rumo claro a seguir – e sem rumo fica difícil seguir viagem.

Fonte: Revista Exame, edição nº 1012

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Grande abraço e até o próximo post.

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Ofício nº 13/12.

São Paulo, 05 de março de 2.012.

Senhor Prefeito,  

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo, – SINCOPETRO, entidade que representa todos os postos de gasolina situados na cidade de São Paulo, aproximadamente 2.000 estabelecimentos, além de outros 4.500 espalhados por todo o Estado, vem expor e requerer o quanto segue:

Como já deve ser do conhecimento de Vossa Excelência, em razão do início da restrição da circulação de caminhões pela Marginal Tietê a partir de hoje, dia 05/03/2012, os caminhoneiros iniciaram uma greve, por prazo indeterminado, e, em razão dela, nenhum posto recebeu combustível nesta data.   Essa informação já está circulando pela imprensa e, como sempre acontece nestes casos, certamente haverá uma corrida dos consumidores aos postos e, pela nossa experiência, os estoques irão durar, na melhor das hipóteses, até a próxima quarta feira, dia 07/03/2012, ocasionando um colapso no abastecimento de combustíveis automotivos na Capital, com todos os reflexos que uma situação como essa pode trazer, pois vai comprometer a circulação de todos os veículos que dependem dos combustíveis comercializados pelos postos (etanol, gasolina e diesel).

Diante da gravidade da situação e até que se chegue a uma solução para a questão, requeremos que seja reaberta a mesa de negociação com todos os envolvidos com a questão e, até que se encontre uma solução para o problema, que seja permitida a circulação, pela Marginal Tietê, dos caminhões tanques que abastecem os postos da Capital, para que a cidade não pare por falta de combustíveis nos postos. Informamos que, para prevenir responsabilidades, estamos dando ampla divulgação deste requerimento para todos os meios de comunicação.

Certos de que poderemos contar, como sempre, com o bom senso da administração pública municipal, aproveitamos o ensejo para renovar nossos votos de elevada estima e consideração.

Cordialmente,

José Alberto Paiva Gouveia

Presidente

Excelentíssimo Doutor

GILBERTO KASSAB

MD. Prefeito da Cidade de São Paulo – SP

Viaduto do Chá, s/n

c/c Dr. Irineu Gnecco Filho – Engenheiro da CET